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Tirzepatida: pacientes devem ser acompanhados por profissionais para alcançar resultados

Segmento médico e nutricional é essencial durante tratamento para obter resultados positivos, desde a dosagem do medicamento a alimentação saudável

15/01/2026 | 15:30:00
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O Mounjaro, nome comercial da tirzepatida, vem se destacando no tratamento de controle da obesidade. No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou oficialmente o uso do medicamento para emagrecimento em junho de 2025 e, desde então, passou a ser um dos métodos indicados pelos médicos. 

São vários os medicamentos utilizados para o emagrecimento: Ozempic, Wegovy, e o próprio Mounjaro, dentre outros. Mas a especialista em nutrologia do São Lucas Hospital Center, Dra. Fernanda Sales, explica que quem deve decidir o melhor entre eles para cada paciente é o médico. A opção irá depender do metabolismo e de características pessoais de cada pessoa. “Cada medicação atua de forma diferente, com uma potência diferente, então vai depender do seu objetivo e como o teu organismo vai responder”, detalhou. No Brasil, as canetas são comercializadas apenas com a apresentação e retenção de receita. 

A médica exemplifica ainda que, por exemplo, o Ozempic e o Wegovy são medicamentos análogos do GLP-1, ou seja, agem em um tipo de hormônio, já o Mounjaro atua em dois tipos, o GLP-1 e o GIP, portanto sua ação é mais potente.  

Os estudos clínicos da empresa farmacêutica Eli Lilly, responsável pela fabricação do Mounjaro, apresentam resultados consistentes no uso do medicamento, apontando uma perda média de peso de cerca de 20% em 72 semanas de tratamento de adultos com obesidade ou sobrepeso. No entanto, para que o objetivo seja alcançado de forma positiva e saudável, é fundamental ressaltar a importância do acompanhamento nutricional durante todo o período de uso da medicação.  

A nutricionista da instituição, Michelle B. Zampieri, explica que durante o processo, a quantidade diária de comida ingerida pelo paciente irá diminuir e, para que este processo seja realizado de maneira saudável, é necessário, por exemplo, a elaboração de um plano alimentar individualizado, baseado nas necessidades e preferências individuais.  

“Na maioria das vezes os pacientes deixam de comer proteína, então a gente precisa colocar isso, nem que seja whey protein ou alguma proteína do colágeno. Um carboidrato é muito mais palatável e mais gostoso do que a proteína em si, então precisamos equilibrar tudo isso para que não perca muita massa magra”, diz a nutricionista.  

Além disso, a profissional ressalta a importância do exercício físico, hidratação adequada e a qualidade de sono como pilares essenciais para que o tratamento seja bem sucedido. “Não é só usar o medicamento e está tudo certo, tudo resolvido, precisamos ter muito cuidado para que tenhamos um emagrecimento saudável, uma vez que o corpo e a mente caminham juntos”, destaca Michelle. 

Outra observação essencial durante o tratamento é que as canetas emagrecedoras têm a função de retardar o esvaziamento do estômago e do intestino, o que pode causar problemas intestinais, principalmente no caso do intestino preso. “Um dos efeitos colaterais é que o intestino funciona bem devagar e, por consequência disso, a gente acaba ficando constipado, ou seja, o intestino acaba não funcionando todos os dias. Algumas pessoas têm ainda o efeito inverso, ficando com diarreia”, falou o coloproctologista do hospital, Dr. Gustavo Kurachi.  

O médico explica que o uso prolongado da medicação, ainda em estudos, pode causar disbiose, porque as fezes acabam ficando muito tempo acumuladas no intestino. A recomendação é que se o paciente observar algum problema, procure o médico imediatamente e suspenda o uso do medicamento até a descoberta das causas.
 

Reportagem: Emanuele de Borba Moreira, acadêmico do 7º período de Jornalismo do Centro Universitário FAG sob supervisão
 

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